A técnica teto vivo (teto verde, cobertura verde, telhado verde ou laje ajardinada) consiste em executar a cobertura de uma edificação com uma camada vegetal sobre a estrutura, laje ou telhado a ser construído ou já existente.
Desde da idade media a cobertura viva era largamente usada. existem registros de usos dessas técnicas em ruínas de construções na Escandinávia ( Suécia e Noruega) e também na Finlândia. Nesses países os tetos vivos são tradicionalmente conhecidos como telhados de turfa (relva) ou telhado de céspede (porção de relva aderente ao torrão separado do solo). Eram estruturas com madeira roliças e casca da árvore Betula ( Vidoeiro), que eram resistentes e impermeáveis. Sobre a estrutura era colocado uma camada de capim seco para servir de dreno e logo acima eram colocados blocos de terra com relva (conjunto de ervas rasteiras) encontrados e retirados inteiros do entorno de onde se iria construir. em tempos menos severos, a neve derretia e as sementes que ficaram nos blocos de terra, voltam a germinar e a relva cresce sobre o bloco.
Na arquitetura modernista o terraço jardim era proposto como espaço de convivência e lazer. o conceito foi desenvolvido por Le Corbusier na década de  1920, fazendo parte de seus cinco pontos para nova arquitetura.