Na arquitetura moderna o terraço-jardim era proposto como espaço de convivência e lazer. O conceito foi desenvolvido por Le Corbusier na década de 1920, fazendo parte de seus cinco pontos para nova arquitetura. Sua ideia foi de “recuperar” aos cidadãos o espaço ocupado pela construção (espaço “subtraído” ao solo) na cobertura do edifício.

O teto vivo ou telhado verde, como é também conhecido, é uma cobertura composta por uma estrutura adequada com vegetação plantada sobre ela.

Pode ser instalado em casa, prédios, na cidade ou no meio rural. A grande motivação do uso dos tetos vivos é otimizar o conforto térmico dos ambientes internos, permitir o uso como área de convivência e principalmente, permitir a produção de alimentos com o plantio de hortas urbanas suspensas.

Além de ser totalmente impermeável os tetos vivos são construídos de diversas camadas que permitem o bom funcionamento do sistema.